Cara amiga e companheira (pelo menos do meu ponto de vista), tenho hoje umas reclamações a fazer.
Estou beirando os 18 anos. Em toda minha curta, mas proveitosa, vida nós tivemos várias fazes no relacionamento. Desde sempre, eu acho que eu a possuo. Sou a dona da razão, quase sempre. As vezes, abro mão de você, amiga. Acredito, porém, que não se incomoda com isso, isso até lhe alivia.
Quando eu era mais nova, muitas vezes esquecia de você. Saia e deixava você em casa. Às vezes, tu aparecia junto com meus pais. Mas, como eu fui feliz quando fazia isso!
Vivia como eu queria. Me ferrava muito mais, mas aprendia. Sofria, me decepcionava, me dava mal, mas eu vivia, era feliz!
Penso que, talvez, se eu fosse burra, ou tivesse qualquer dificuldade de aprendizagem, eu seria mais feliz agora.
Você tem dominado minha vida. Penso demais, sinto de menos. Sinto saudades, isso eu sei. Mas, amor?
Estou fria, pareço uma pedra. Evito qualquer sentimento que possa me machucar. Não sei mais o que é mais se apaixonar. E é nessas horas que eu te odeio!
Odeio, mesmo. Odeio o seu negativismo! "Você vai sofrer, vai perder uma amizade, vai se arrepender". Estou prestes a cortar relações com você.
Agora, eu quero apenas um tempo. Um tempo pra eu rever minhas prioridades, tempo pra eu sentir de verdade e, quem sabe, me apaixonar.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Minha paixão por futebol
Minha professora elogiou meu desempenho na aula de Educação Física hoje. Com razão: tive o primeiro chute a gol nesses 3 anos, cobrei laterais e, ainda, quase tive as canelas quebradas por uma guria. Apesar disso, tenho certeza que continuarei sendo a última a ser escolhida para jogar - pra ser mais exata, penúltima.
Mal sabe ela que as coisas nem sempre foram assim. Quando eu estava na 1ª série do Ensino Fundamental, fizemos um caderno. Fotos dos pais, nossa altura, peso, foto nossa, nossos sonhos (lembro que perguntei se poderia ser um pesadelo, porque não lembrava de nenhum sonho). Neste caderno estava também nossa futura profissão. Para a surpresa de todos vocês, a minha era Jogadora de Futebol.
Dominiqui Saft? Jogadora de futebol? Quem me conhece, sabe que nem com os amigos eu jogo. A questão é que sempre fui muito amiga de guris, sempre fui apaixonada por alguém. Jogadora de futebol é uma coisa que surpreenderia os meninos, han?
Mas, engana-se quem pensa que o ápice da minha carreira futebolística foi hoje ou na 1ª série.
Eu estava na 4ª série. Morava em Joinville. Do lado da minha casa, havia uma quadra de esportes. O pessoal da JE estava sempre lá, pessoas alugavam para jogar. Minha vida estava cercada de jogos. Cercada, nada mais que isso.
Ricardo era o irmão da minha melhor amiga. 1 ano mais velho que eu. Ele jogava bastante futebol. Seus pais participavam do Grupo de Casais, os meus também. Nós, os filhos, nos reuníamos e ficávamso assistindo filmes, jogando alguma coisa e procurando o Wally.
Voltando ao futebol.
Era um domingo de tarde. Dalí uns meses eu me mudaria para o Rio Grande do Sul. Resolvi jogar futebol com os filhos. Resolvi apenas porque minhas amigas não queriam, mas eu queria chamar a atenção.
Aconteceu que naquele dia eu fiz 3 - eu disse 3 - gols. Ainda errei alguns. O melhor é que era contra o time dele, Ricardo. Isso, sem dúvidas, o imprecionou.
Juro pra vocês: naquela tarde, ele quase se declarou para mim.
Fora isso, o único envolvimento que eu tenho com o futebol está no fato de eu ser gremista, antes mesmo de nascer.
Mal sabe ela que as coisas nem sempre foram assim. Quando eu estava na 1ª série do Ensino Fundamental, fizemos um caderno. Fotos dos pais, nossa altura, peso, foto nossa, nossos sonhos (lembro que perguntei se poderia ser um pesadelo, porque não lembrava de nenhum sonho). Neste caderno estava também nossa futura profissão. Para a surpresa de todos vocês, a minha era Jogadora de Futebol.
Dominiqui Saft? Jogadora de futebol? Quem me conhece, sabe que nem com os amigos eu jogo. A questão é que sempre fui muito amiga de guris, sempre fui apaixonada por alguém. Jogadora de futebol é uma coisa que surpreenderia os meninos, han?
Mas, engana-se quem pensa que o ápice da minha carreira futebolística foi hoje ou na 1ª série.
Eu estava na 4ª série. Morava em Joinville. Do lado da minha casa, havia uma quadra de esportes. O pessoal da JE estava sempre lá, pessoas alugavam para jogar. Minha vida estava cercada de jogos. Cercada, nada mais que isso.
Ricardo era o irmão da minha melhor amiga. 1 ano mais velho que eu. Ele jogava bastante futebol. Seus pais participavam do Grupo de Casais, os meus também. Nós, os filhos, nos reuníamos e ficávamso assistindo filmes, jogando alguma coisa e procurando o Wally.
Voltando ao futebol.
Era um domingo de tarde. Dalí uns meses eu me mudaria para o Rio Grande do Sul. Resolvi jogar futebol com os filhos. Resolvi apenas porque minhas amigas não queriam, mas eu queria chamar a atenção.
Aconteceu que naquele dia eu fiz 3 - eu disse 3 - gols. Ainda errei alguns. O melhor é que era contra o time dele, Ricardo. Isso, sem dúvidas, o imprecionou.
Juro pra vocês: naquela tarde, ele quase se declarou para mim.
Fora isso, o único envolvimento que eu tenho com o futebol está no fato de eu ser gremista, antes mesmo de nascer.
terça-feira, 30 de junho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
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